Um país hexagonal, em forma de diamante, um país que cintila.
Árvores de algodão, hipopótamos pigmeus e jovens rappers que cantam pelo amor e pela paz.
Pântanos de mangais, florestas perpetuamente verdes, relâmpagos como cataratas de fogo, histórias de esperança que emergem de histórias de atrocidades, praias espectaculares, uma terra verdejante.
Ouro, urânio, diamantes, madeira, ferro.
Os “mende", descendentes de caçadores, os “temne”, de reputação bélica, os “limb”a, povos das montanhas, os sherbro, pescadores míticos, os fula, comerciantes hábeis e criadores de gado.
Os “porroh”, que são sociedades secretas das quais se diz serem uma morte, uma ressurreição e uma incorporação numa assembleia de almas.
O homem de fato que vai para o trabalho a ouvir músicas como “Your Pussy Clean”, a mistura de hiphop, calypso, dancehall e merengue, o vinho de palma, as orquídeas raras e exóticas que já no século XIX atraíam os chamados mártires da orquideologia, o chimpanzé ocidental, os elefantes da floresta.
O país na cauda do índex de desenvolvimento das Nações Unidas, o país do qual os ouvidos do planeta só ouviram os horrores da guerra, é um país cujas abundantes pedras preciosas parecem ter transpirado do solo e cintilar agora, para onde quer que se olhe.
Um país que cintila, um país em forma de diamante.
Árvores de algodão, hipopótamos pigmeus e jovens rappers que cantam pelo amor e pela paz.
Pântanos de mangais, florestas perpetuamente verdes, relâmpagos como cataratas de fogo, histórias de esperança que emergem de histórias de atrocidades, praias espectaculares, uma terra verdejante.
Ouro, urânio, diamantes, madeira, ferro.
Os “mende", descendentes de caçadores, os “temne”, de reputação bélica, os “limb”a, povos das montanhas, os sherbro, pescadores míticos, os fula, comerciantes hábeis e criadores de gado.
Os “porroh”, que são sociedades secretas das quais se diz serem uma morte, uma ressurreição e uma incorporação numa assembleia de almas.
O homem de fato que vai para o trabalho a ouvir músicas como “Your Pussy Clean”, a mistura de hiphop, calypso, dancehall e merengue, o vinho de palma, as orquídeas raras e exóticas que já no século XIX atraíam os chamados mártires da orquideologia, o chimpanzé ocidental, os elefantes da floresta.
O país na cauda do índex de desenvolvimento das Nações Unidas, o país do qual os ouvidos do planeta só ouviram os horrores da guerra, é um país cujas abundantes pedras preciosas parecem ter transpirado do solo e cintilar agora, para onde quer que se olhe.
Um país que cintila, um país em forma de diamante.
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Pedro Sintra.
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